As teorias filosóficas a respeito da comunicação em geral avançaram muito desde a primeira, que dizia que tudo o que se precisava era um emissor (o falante) e um receptor (o ouvinte). Porque se entendeu que nem sempre o que é dito ao ouvinte é compreendido, aceito ou entendido.
Os componentes da comunicação são: o emissor, o receptor, a mensagem, o canal de propagação, o meio de comunicação, a resposta (feedback) e o ambiente onde o processo comunicativo se realiza. No caso das redes de computadores, também temos todas estas variáveis. Mas nem todas elas são tão importantes assim para os computadores.
Para facilitar esta comunicação foram criados diversos protocolos diferentes (TCP e UDP, por exemplo). Eles cuidavam do que deveria ter a mensagem e a resposta para que houvesse comunicação.
O meio, o canal e o ambiente de comunicação também variam bastante. Do cabo coaxial até a fibra ótica existem diversas opções de onde trafegarão os dados. Inclusive rede elétrica nos dias de hoje. Podemos trocar informações através de cabos seriais ou seguindo o padrão ethernet. São inúmeras opções.
Mas no caso dos computadores, algumas teorias adicionais básicas foram criadas para simplificar e possibilitar a comunicação. Foram criadas regras básicas para os protocolos/meios serem comunicações de dados aceitáveis.
Temos três fatores básicos para que uma comunicação de dados seja eficiente: entrega (quem fala consegue falar com todos e apenas os que deseja falar), confiabilidade (precisa chegar do outro lado) e o tempo de atraso tem que ser aceitável e pré-definido.
Além disso, temos uma variável importante que precisava ser levada em consideração: o sentido da comunicação e o tipo de conexão.
No sentido, se definiu a comunicação simplex (só um fala e o outro escuta), duplex (um fala e o outro escuta, mas podem revesar quem fala ou escuta) e a full duplex (ambos podem falar e escutar ao mesmo tempo).
Já no tipo de conexão, temos comunicações ponto a ponto (de uma máquina a outra apenas, com um cabo direto, por exemplo) e multi-ponto (onde as máquinas compartilham um único link).
terça-feira, 2 de junho de 2009
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Gerenciamento de Projetos
A sigla que vou falar desta vez é PMI (Project Management Institute). Eles criaram um excelente manual sobre gerenciamento de projetos e a primeira coisa que eles fazem é exatamente definir o que são os projetos. Projetos são temporários, envolvem o desenvolvimento de algo único e realizado em etapas.
Hoje em dia, muitas empresas trabalham desta forma, considerando cada produto novo é um projeto. Seja um prédio, um remédio, um celular, uma televisão, um computador, um software, praticamente qualquer coisa. E durante o desenvolvimento, há uma concorrência de prioridades que variam entre: escopo, tempo, risco e qualidade. Além de uma possibilidade de expectativas e necessidades diferentes para todos que esperam o desenvolvimento de determinado projeto. Por isso, o gerenciamento de projetos é uma atividade que tem o dever de analisar os requisitos e trabalhar com as demandas, expectativas e necessidades dos clientes daquele projeto.
Para ajudar nesta tarefa, o PMBOK dividiu os conhecimentos necessários para uma boa gestão de projetos em nove áreas diferentes. São elas:
1-) Integração (desenvolvimento, execução e controle do planejamento do projeto como um todo);
2-) Escopo (iniciação, planejamento, detalhamento e verificação de escopo, além de controle de mudanças nele);
3-) Tempo (definição, sequenciamento e estimativa de duração das atividades além de desenvolvimento e controle do cronograma);
4-) Custo (planejamento dos recursos e estimativa, orçamento e controle de custos);
5-) Qualidade (planejamento, controle e garantia da qualidade);
6-) Recursos Humanos (planejamento organizacional, montagem e desenvolvimento da equipe);
7-) Comunicações (planejamento das comunicações, distribuição das informações, relato de desempenho e encerramento administrativo);
8-) Riscos (planejamento e identificação dos riscos, análise qualitativa e quantitativa dos riscos, desenvolvimento de respostas, controle e monitoração dos riscos);
9-) Aquisições (planejamento e preparação das aquisições, obtenção de propostas e seleção de fornecedores, administração e encerramento de contratos);
Eu devo escrever com mais detalhes de cada uma destas áreas no futuro próximo. Já que como eu disse, atualmente estou estudando muito processos para mudarmos os processos de desenvolvimento de software e a gestão de projetos tem muita relação com isso.
Hoje em dia, muitas empresas trabalham desta forma, considerando cada produto novo é um projeto. Seja um prédio, um remédio, um celular, uma televisão, um computador, um software, praticamente qualquer coisa. E durante o desenvolvimento, há uma concorrência de prioridades que variam entre: escopo, tempo, risco e qualidade. Além de uma possibilidade de expectativas e necessidades diferentes para todos que esperam o desenvolvimento de determinado projeto. Por isso, o gerenciamento de projetos é uma atividade que tem o dever de analisar os requisitos e trabalhar com as demandas, expectativas e necessidades dos clientes daquele projeto.
Para ajudar nesta tarefa, o PMBOK dividiu os conhecimentos necessários para uma boa gestão de projetos em nove áreas diferentes. São elas:
1-) Integração (desenvolvimento, execução e controle do planejamento do projeto como um todo);
2-) Escopo (iniciação, planejamento, detalhamento e verificação de escopo, além de controle de mudanças nele);
3-) Tempo (definição, sequenciamento e estimativa de duração das atividades além de desenvolvimento e controle do cronograma);
4-) Custo (planejamento dos recursos e estimativa, orçamento e controle de custos);
5-) Qualidade (planejamento, controle e garantia da qualidade);
6-) Recursos Humanos (planejamento organizacional, montagem e desenvolvimento da equipe);
7-) Comunicações (planejamento das comunicações, distribuição das informações, relato de desempenho e encerramento administrativo);
8-) Riscos (planejamento e identificação dos riscos, análise qualitativa e quantitativa dos riscos, desenvolvimento de respostas, controle e monitoração dos riscos);
9-) Aquisições (planejamento e preparação das aquisições, obtenção de propostas e seleção de fornecedores, administração e encerramento de contratos);
Eu devo escrever com mais detalhes de cada uma destas áreas no futuro próximo. Já que como eu disse, atualmente estou estudando muito processos para mudarmos os processos de desenvolvimento de software e a gestão de projetos tem muita relação com isso.
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